terça-feira, maio 14

Retratos de personagens para o seu jogo de fantasia

Um pouco de utilidade pública no Birosca! Estou trazendo pra vocês 65 portraits para uso em fichas de personagens e coisas assim. São todos desenhos de PJs e NPCs das minhas campanhas sendo compartilhados. Peço apenas que, se puderem, me creditem caso forem publicar algo com esses desenho (gratuito, obviamente; porque pra ganhar dinheiro tem que pagar o barman aqui :D), de preferência com um link pro Birosca. Espero que sejam úteis!



segunda-feira, maio 13

Campanha "Canção Escarlate" - sessão 16

No próspero reino de Samburdia, a feiticeira Delphyne Brannon (Elisa), o guerreiro Karsus (Rafael), o espadachim Javier Montoya (Megaron) e a arqueira novata Eeve (Bianca) se metem em problemas cada vez maiores para tentar resolver suas aspirações e combater os seus demônios. Desta vez tivemos a primeira aparição do novo personagem jogador, o guerreiro Willer (Diego), além de mais ação, revelações e um grande problema caindo no colo dos personagens!

Anteriormente, os personagens buscavam o paladino Khelben a fim de conseguir ajuda para combater os monstros que assolam uma aldeia de pescadores que eles prometeram salvar. Mas este caçador de monstros tinha sua própria demanda, e os companheiros resolveram se meter com outro problema em troca do auxílio do veterano herói. Com recursos cedidos pelo bom povo de uma aldeia, foram ao seu encontro seguindo as paragens ribeirinhas do grande e verdejante reino.

sexta-feira, maio 10

Conto - Big Problem in Little Ostagar

Aqui um pequeno reporte romanceado de uma sessão de Dragon Age RPG que jogamos no último sábado, para situar um jogador (e porque me deu vontade, hehehe). Basicamente somos personagens de 4º nível que salvaram a vila de Vintiver (a aventura que vem no Guia do Mestre), fomos assaltados e nocauteados por um bando de bandoleiros e acordamos na vila de Leinster, onde nos envolvemos com uma praga cinzenta (a primeira aventura do Sangue em Ferelden) e nos metemos com os chasind, bárbaros florestais na fronteira sul de Ferelden (Morrigan é uma chasind). Meu personagem é um anão ladino exilado (duster) que serve o Bann Teagan e foi “emprestado” para servir o Ser Garrick, capitão das forças de Redcliffe e pai da guerreira nobre Kelsie (Bianca) em uma missão: levar a elfa maga do círculo Fiora (Renato) para investigar a vila de Vintiver, que ela viu em um sonho. Lá conhecemos um lenhador chasind que chamamos de Cenoura (Elisa), que começou a namorar Kelsie e virou nosso amigo. Mais tarde, após resolver a praga cinzenta, conhecemos o cavaleiro Ser Kenan (Diego), irmão de Kelsie vindo de Redcliffe para encontrar a irmã a fim de juntos resolverem um assunto familiar.

quinta-feira, maio 9

Anões e a visão maniqueísta

Os anões costumam ser retratados como guerreiros e trabalhadores eficientes, que habitam e mineram as profundezas da terra, bebem muita cerveja e produzem tesouros maravilhosos. Ao longo do tempo, a raça foi ganhando uma reputação de leal, estoica, justa e austera, organizada em clãs fortes e tementes a um deus forjador bondoso e heroico. Os muitos livros de D&D costumam apontá-los sempre direcionados ao alinhamento Leal e Bom, ou ao menos Leal. Eu gostava desses arquétipos junguianos, e criei muitos anões bonzinhos e respeitosos, como os leais engenhoqueiros de Castelo Falkenstein e os guerreiros seguidores da justiça de Tormenta.

Porém, com a maturidade meu gosto por tons de cinza foi aumentando, e fui procurando outras abordagens da fantasia. Essa visão que costumamos ter da raça é bem superficial e própria de D&D, onde as raças indicadas para jogadores tendem ao bem, possuindo inclusive nêmesis raciais para lutar contra - duergars, elfos negros, etc. Mas há algumas boas alternativas que podem ser exploradas. A ideia desse post surgiu porque estou relendo O Hobbit e cheguei à citação:

quarta-feira, maio 8

Campanha "Canção Escarlate" - sessão 15

Mais um reporte da nossa campanha de fantasia. No próspero reino de Samburdia, a feiticeira Delphyne Brannon (Elisa), o guerreiro Karsus (Rafael), o espadachim Javier Montoya (Megaron) e a arqueira novata Eeve (Bianca) se metem em problemas cada vez maiores para tentar resolver suas aspirações e combater os seus demônios. Esta sessão foi curtinha mas cheia de revelações, incluindo a explicação do nome da campanha!

Anteriormente, os protagonistas fugiram das Grutas da Lamúria, covil do terrível abolete que tentavam matar para ajudar a aldeia de pescadores Belmonte. Perseguidos pelos seus asseclas homens-peixes abissais chamados skums, passaram mais momentos terríveis na mata junto à praia, quando Karsus aceitou o chamado do além mas sobreviveu, e ainda salvou Javier da morte. Os quatro então se arrastaram e foram bem recebidos na comunidade de Rio das Ostras, junto ao rio Sempreverde, e Karsus partiu a cavalo para pedir ajuda a um famoso paladino (aqui, um caçador de monstros), para que eles tivessem voz em Tandra e conseguissem ajuda.

terça-feira, maio 7

10 dicas para fazer uma campanha best-seller

Engraçado como dicas para escritores servem para narradores e jogadores de RPG. Independente do mérito de como se encara o jogo (em relação à participação coletiva), a mesa ainda precisa manter um ritmo agradável para a história que está sendo construída (geralmente mais o mestre que os jogadores, embora eu acredite que todos precisam fazer sua parte), e aí essas dicas literárias funcionam legal.

Estava lendo aqui um post do grande tio Nitro com 10 segredos para escrever um romance best-seller de acordo com a escritora Brenda Novak (clique aqui para ler o post original), e vi como essas maneiras nos servem também. Sendo assim, vou pedir licença ao tio e dar uma resumida nessas dicas aqui, aplicadas ao RPG.

1. Comece sua história com algo emocionante e inusitado, com ao menos um desafio apresentado aos seus protagonistas. Já comecei campanhas com personagens fazendo coisas cotidianas ou com grandes explicações estabelecendo o cenário, e posso dizer que foram muito modorrentas, e a coisa demorou bastante a pegar. Hoje procuro iniciar com algo acontecendo, na medida do possível.

quinta-feira, maio 2

Homem de Ferro 3

E aí, pessoal. Não posto nada há dias porque passei umas raivas e estou sem inspiração para o blog (depois posto sobre isso), mas aqui estou tentando retomar o que curto escrever. E aqui minha opinião sobre o filme de quadrinhos do momento.

Apesar do Homem de Ferro ter se tornado bem mais popular depois do primeiro filme, em 2008, sempre foi um dos meus super-heróis favoritos, junto com Homem-Aranha, Gambit, Wolverine e Batman. Aliás, eu (e um monte de gente) sempre achei ele o Batman da Marvel. Um gênio, playboy, milionário e sacana, mas no fim de tudo apenas um mecânico - é assim que Tony Stark se define no terceiro filme da franquia, que veio arrebentando depois do fantástico Vingadores e mostrando que ainda há espaço para os heróis solo da editora no cinema.

Uma das coisas mais legais sobre essa leva de filme da Marvel Studios, aliás, é a sinergia. Em Homem de Ferro 3, os acontecimentos de Vingadores fizeram diferença no mundo. Todos sabem que existem aliens, se referem a “Nova York” como um acontecimento histórico (e foi), e vamos Tony Stark com crises de pânico e muito medo de perder a única pessoa que aprendeu a amar (Pepper Potts). Veja: ele enfrentou terroristas e malucos, mas em Vingadores, se meteu com deuses nórdicos pandimensionais, experimentos malucos e alienígena, e em um evento onde centenas morreram, simplesmente teve que jogar uma ogiva nuclear em um portal para o espaço profundo, para impedir uma invasão alienígena em massa. É ou não é de pirar a cabeça de qualquer um?